A perda direta
A venda inadimplente já custou para acontecer: produto entregue, serviço prestado e, em muitos regimes, imposto recolhido sobre a nota. Para cobrir uma fatura que não volta, vai embora a margem de várias vendas pagas em dia.
Informe receita, vendas a prazo, inadimplência e prazo de recebimento e veja quanto sai do caixa, quanto fica parado em faturas e o que acontece em 6 meses.
Projeção em três cenários, a partir do valor parado hoje
| Mês | Cenário atual | 30% menos inadimplência | Cenário Neofin (+50% recuperação) |
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Se você recuperasse 50% das perdas atuais, entraria mais R$ 108.000 por ano no seu caixa.
Sua inadimplência está controlada. Veja como manter esse resultado com escala.
Ver demo da NeofinVocê está perdendo R$ 216.000/ano. Veja quanto a automação da cobrança devolve ao seu caixa.
Calcular meu ROIAlerta: sua empresa perde mais de R$ 216.000 por ano em inadimplência. Isso é capital de giro que poderia estar no seu caixa.
Estimativa para dimensionar o impacto, não uma previsão contábil. Considera como perda todo o valor inadimplente do mês e não inclui juros, multas nem custo de cobrança. Veja as fórmulas.
São cinco informações que você encontra no financeiro ou no ERP. Leva menos de dois minutos.
Use o faturamento bruto do último mês, antes de impostos e descontos.
Arraste até o percentual do faturamento que é recebido depois da venda: boleto, crediário, faturamento B2B.
O percentual das faturas que não são pagas no vencimento.
Quantos dias, em média, passam entre a venda e o dinheiro no caixa (PMR ou DSO).
Veja a perda mensal e anual, o capital de giro represado e os três cenários dos próximos 6 meses.
São cinco contas simples, que você consegue refazer na sua planilha. Ao lado, elas aparecem com os números que estão no simulador agora: mude um valor lá em cima e acompanhe aqui.
A perda vem só da parte vendida a prazo, porque é ali que existe risco de não receber. O capital represado é o faturamento a prazo multiplicado pelo prazo de recebimento em meses: é o dinheiro que já é seu, mas ainda está com o cliente.
Nos cenários do gráfico, a taxa de inadimplência de cada cenário é aplicada mês a mês sobre o capital represado de hoje. O cenário intermediário reduz a inadimplência em 30%; o cenário Neofin parte da premissa de recuperar 50% das perdas.
A fatura que não é paga não é só uma receita a menos. Ela mexe em três pontos do fluxo de caixa ao mesmo tempo.
A venda inadimplente já custou para acontecer: produto entregue, serviço prestado e, em muitos regimes, imposto recolhido sobre a nota. Para cobrir uma fatura que não volta, vai embora a margem de várias vendas pagas em dia.
Mesmo o cliente que paga em dia segura o seu caixa durante o prazo de recebimento. Com PMR de 45 dias, um mês e meio de vendas a prazo está sempre fora do caixa, e folha, fornecedores e impostos continuam vencendo nesse intervalo.
Atraso não zera na virada do mês. As faturas vencidas se somam às novas, o capital represado cresce e a empresa passa a recorrer a crédito bancário, com juros, para cobrir um buraco que nasceu na cobrança.
Inadimplência se combate em três frentes: conceder prazo com critério, cobrar no tempo certo e facilitar o acordo de quem já atrasou. Se não sabe por onde começar, comece pelo diagnóstico.
O que mais perguntam sobre o simulador e sobre o efeito da inadimplência no caixa.
Separe a parte do faturamento que é vendida a prazo e aplique sobre ela a taxa de inadimplência: receita a prazo × taxa de inadimplência = perda mensal estimada. Multiplicando por 12, você tem a perda anual. O simulador faz essa conta e ainda mostra quanto do seu capital de giro fica parado em faturas em aberto.
É o dinheiro que já foi faturado, mas ainda não entrou no caixa porque o cliente tem prazo para pagar. O simulador estima esse valor pela receita a prazo multiplicada pelo prazo médio de recebimento em meses (PMR ÷ 30). Quanto maior o prazo e a inadimplência, mais capital fica preso fora do caixa.
Não existe um número único: depende do setor, do ticket e do perfil dos clientes. O melhor parâmetro é a referência do seu próprio setor. No ensino superior privado, por exemplo, o Instituto Semesp apurou inadimplência de 8,73% no primeiro semestre de 2025. Quando o setor tem referência com fonte, o simulador mostra a comparação.
PMR é o prazo médio de recebimento: quantos dias, em média, a empresa leva para receber depois de vender. Em inglês, o indicador é chamado de DSO (Days Sales Outstanding). Se você não sabe o seu, calcule na Calculadora de DSO da Neofin antes de usar este simulador.
Não. É uma estimativa para dimensionar o problema, feita com fórmulas simples e transparentes, descritas nesta página. A perda considera como não recebido todo o valor inadimplente do mês, e o cenário Neofin usa como premissa a recuperação de 50% dessas perdas. É uma simulação, não uma promessa de resultado.
Não. Todo o cálculo acontece no seu navegador. Nenhum valor digitado no simulador é enviado ou armazenado pela Neofin.
A Neofin automatiza a cobrança de ponta a ponta: régua multicanal, análise de risco dos clientes e portal de renegociação, integrados ao seu financeiro.
poderiam voltar ao seu caixa recuperando 50% das perdas por inadimplência. Premissa da simulação.
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