
Com salários cada vez mais altos — muitas vezes ultrapassando R$ 90 mil anuais em cargos estratégicos em tecnologia e dados — o mercado brasileiro enfrenta uma escassez real e persistente de talentos.
Essa dificuldade de contratação não é apenas um discurso de RH: estudos mostram que oportunidades que exigem conhecimento em inteligência artificial cresceram de 19 mil em 2021 para 73 mil em 2024 no Brasil, praticamente quadruplicando em apenas três anos, segundo o Global AI Jobs Barometer da PwC.
Ao mesmo tempo, a demanda por profissionais de IA cresce cerca de 21% ao ano, com salários em funções especializadas aumentando em média 11% ao ano, e chegando a 56% de crescimento em cargos mais técnicos.
Esse cenário reforça a tendência que já vinha se consolidando: empresas enfrentam grande dificuldade para atrair e reter profissionais técnicos e estratégicos, especialmente nas áreas de finanças, dados e tecnologia — justamente os perfis mais críticos para a competitividade do negócio.
O desafio operacional vai além dos salários altos
O que nem sempre se discute com profundidade é o impacto dessa escassez no funcionamento do dia a dia financeiro das empresas — e como isso se reflete em processos essenciais como a cobrança.
A inadimplência continua sendo um tema importante, mas é o gargalo nos processos internos de cobrança que pode estar impactando a saúde do fluxo de caixa. Falhas que hoje são comuns — como envios manuais de lembretes, renegociações feitas sem uma visão integrada do cliente, atualizações de boletos ou falta de um atendimento proativo — muitas vezes são consequências diretas de equipe enxuta e sobrecarregada.
Com poucos profissionais disponíveis e equipes pressionadas, os erros aumentam, os prazos se perdem e a previsibilidade do caixa fica comprometida — num ciclo que pode corroer lucratividade e elasticidade operacional.
A resposta está na automação inteligente
É aqui que a automação com inteligência artificial deixa de ser um diferencial e se torna uma necessidade estratégica. Soluções como a Régua de Cobrança Automatizada da Neofin podem transformar significativamente esse contexto:
Jornadas de cobrança personalizadas com base no perfil de pagamento e comportamento de cada cliente, otimizando esforço e resultados;
Mensagens automatizadas por WhatsApp, e-mail e SMS, de forma programada e contextualizada;
Consistência e escala, mesmo com equipes reduzidas, garantindo que processos sejam executados com precisão.
O que antes dependia de trabalho manual e acompanhamento constante agora acontece sem intervenção direta — liberando pessoas e protegendo a qualidade da experiência do cliente.
Automação como estratégia de crescimento — não apenas substituição de mão de obra
Diante da escassez de talentos, a pergunta que líderes precisam fazer é:
Como continuar crescendo sem depender exclusivamente de novas contratações?
A resposta é clara: integrar tecnologia para automatizar tarefas operacionais repetitivas, enquanto seus profissionais focam em áreas de alto impacto, como:
Análise estratégica de resultados;
Planejamento financeiro avançado;
Inteligência de dados;
Relacionamento e retenção de clientes.
Essa é uma mudança que muitas organizações já estão vivenciando: a adoção de IA não só melhora eficiência, mas também libera capital humano para onde ele de fato agrega valor.
E essa escolha não é apenas uma alternativa — é urgente. Dados de relatórios globais mostram que 72% dos CEOs no Brasil acreditam que a IA mudará significativamente a forma como suas empresas criam e capturam valor nos próximos três anos, e mais da metade espera aumento de receita e lucratividade com isso.
Para o setor financeiro, a escolha é agora
Não se trata mais de “se” adotar inteligência artificial nos processos de cobrança ou operação financeira — a discussão é quanto isso protege a saúde financeira da empresa frente a um mercado cada vez mais competitivo e com menos talentos disponíveis.
Empresas que conseguem escalar suas operações com tecnologia têm vantagem clara — maior previsibilidade de resultados, clientes melhor atendidos e equipes focadas em decisões que impulsionam o negócio.
A automação inteligente não substitui pessoas: ela potencializa resultados.
Quer tornar sua operação mais inteligente?
Laura Camargo
Laura lidera uma equipe apaixonada, desenvolvendo soluções tecnológicas para automatizar processos financeiros, com o objetivo de transformar a gestão de caixa e ajudar empresas a serem mais eficientes.





