
“A cobrança automatizada B2B vai além de enviar lembretes. Ela é o pilar que sustenta o crescimento rápido de empresas ambiciosas.” Foi exatamente isso que a BHUB descobriu.
A BHUB é uma empresa de contabilidade e backoffice B2B em plena expansão, com aumento constante no volume de clientes e contratos recorrentes.
Mas apesar do crescimento saudável, o financeiro começou a sentir os limites dos processos manuais.
Ou seja: o problema não era vender mais. O desafio era garantir que os recebimentos acompanhassem esse crescimento.
Quando o financeiro não escala junto com o negócio
No começo, tudo parecia sob controle. De fato, planilhas funcionavam. O ERP ajudava. Além disso, ajustes manuais resolviam o que aparecia.
Com o tempo, porém, o cenário mudou.
À medida que a BHub cresceu, o desafio inicial ficou cada vez mais evidente:
Controle de recebíveis espalhado em várias planilhas, versões desencontradas e dependência excessiva de conferência manual.
Na prática, isso gerava uma sequência de problemas. Por exemplo:
- ✖️ Dificuldade para saber, em tempo real, quem já havia pago
- ✖️ Cobranças reenviadas por falta de visibilidade ou erro humano
- ✖️ Horas perdidas conciliando dados que deveriam estar integrados
Consequentemente, o financeiro passou a operar de forma reativa. Ou seja, estava sempre correndo atrás do prejuízo.
E, como costuma acontecer nesses casos, o caixa foi o primeiro a sentir.
O “antes”: muito esforço, pouco ritmo de recebimento
É importante deixar claro: o processo antigo não era mal feito. Na verdade, ele funcionava — mas apenas enquanto o volume era menor.
Enquanto a operação era mais simples, o time conseguia lidar com:
- Atualizações manuais semanais
- Conferências pontuais
- Ajustes diretos no ERP
Porém, com o volume aumentando, o equilíbrio se perdeu.
Segundas e terças-feiras passaram a ser consumidas quase inteiramente pela consolidação de informações. Além disso, o fechamento mensal vinha acompanhado de tensão.
Ao mesmo tempo, a margem de erro aumentava, enquanto a previsibilidade diminuía.
Assim, o ponto de ruptura ficou claro: o financeiro não estava conseguindo escalar no mesmo ritmo do negócio.
A decisão: estruturar a cobrança antes de perder o controle
Diante desse cenário, a virada não veio de uma vontade genérica de “automatizar”. Pelo contrário, ela surgiu de uma necessidade muito concreta: recuperar o controle do fluxo de caixa.
A pergunta deixou de ser “quem está em atraso?” e passou a ser outra, bem mais estratégica:
Por que o dinheiro não entra de forma constante?
Aos poucos, a resposta ficou evidente. O problema não estava nas pessoas, mas no processo.
Por isso, a cobrança precisava deixar de ser manual, fragmentada e reativa. Em vez disso, deveria se tornar:
- ☑️ Integrada ao ERP e aos bancos
- ☑️ Baseada em regras claras
- ☑️ Consistente na comunicação com os clientes
Nesse contexto, a cobrança automatizada B2B apareceu como um caminho natural — e não como uma tendência.
O como: automação aplicada ao problema real
A implementação, portanto, foi pensada para gerar impacto rápido, sem travar a operação nem sobrecarregar o time.
Entre os principais pontos do processo se destacaram:
- ☑️ Centralização de todos os recebíveis em um único painel
- ☑️ Integração direta com ERP e CNAB bancário
- ☑️ Criação de réguas de cobrança automáticas, com mensagens e cadência bem definidas
- ☑️ Eliminação gradual de controles paralelos em planilhas
Assim, o foco nunca esteve apenas na ferramenta. Pelo contrário. O foco foi o uso prático da automação no dia a dia do financeiro.
Resultado: 7,4x mais recebimentos diários após a automação da cobrança.
Naturalmente, o impacto não demorou a aparecer. E, mais importante ainda, ele foi totalmente mensurável.
A média de recebimentos diários no período pós-vencimento saltou de 2,4 cobranças (sem a Neofin) para 17,8 cobranças com a régua — um aumento de 7,4x na efetividade diária.
Ou seja: antes da automação, em média, apenas 2 ou 3 clientes por dia regularizavam seus pagamentos após o vencimento.
Com a régua estruturada, esse número passou para quase 18 pagamentos por dia!
Ou seja, o dinheiro deixou de entrar “aos poucos” e passou a entrar com ritmo e consistência.
E isso muda completamente a dinâmica do fluxo de caixa. Essa transformação se conecta diretamente com o depoimento do Italo Borges, Diretor Financeiro da BHUB:
“Com o sistema de cobrança da Neofin, fomos capazes de reduzir o prazo médio de recebimento, melhorando a nossa gestão financeira. Além de aumentar a capacity do time, que pode focar em tarefas com maior valor agregado.”
O novo dia a dia do financeiro
Com a cobrança automatizada, o time financeiro ganhou algo raro nas empresas hoje: tempo para pensar.
Hoje, a rotina envolve:
- Análise de dados, em vez de busca por informações
- Decisões baseadas em números confiáveis
- Menos retrabalho, menos erro humano
Como consequência, a previsibilidade voltou ao centro da operação. E, quando isso acontece, todo o negócio sente o impacto positivo.
O que isso significa para empresas B2B que querem crescer
No fim das contas, a história da BHub não é isolada. Pelo contrário. Ela reflete um padrão comum em empresas B2B que crescem rápido:
Toda empresa precisa escolher entre manter o crescimento ou manter a cobrança manual.
As duas coisas nunca caminham juntas.
Portanto, se a sua empresa está aumentando o número de vendas (e quer manter e escalar esse crescimento) a cobrança automatizada B2B deixa de ser opcional e passa a ser parte da estrutura do negócio.
Ao olhar para a jornada da BHub, fica claro que organização e automação não são atalhos.
Na verdade, são a base para crescer com segurança.
Assim, se a rotina do seu financeiro se parece com o “antes” deste case, o seu próximo passo é simples: agendar demonstração gratuita da Neofin e ver na prática como estruturar sua cobrança pode acelerar seus recebimentos, melhorar seu fluxo de caixa e sustentar o crescimento da sua empresa.
Crescer é uma escolha. Estruturar o financeiro também.
E as empresas que fazem as duas coisas juntas são as que lideram seus mercados.




